sexta-feira, 6 de julho de 2018

Alimentação, qual a forma correta de mudar?

  A mudança alimentar está associada a vários fatores, seja por saúde ou estética, na maior parte dos casos sem acompanhamento profissional. Podendo acarretar sérios problemas psicológicos que acabam não sendo levados a sério, tornando-se uma bola de neve.
  Vivemos em uma sociedade em que já existem padrões estéticos bem definidos; as mulheres principalmente sofrem mais com isso; elas são o alvo da mídia, em geral, que passa a todo momento propagandas, anunciando emagrecedores milagrosos, anticelulites, redutor estrias e suplementos.
  Mas, normalmente, as marcas se esquecem do cuidado com a saúde e o bem-estar psicológico; sem o acompanhamento de um nutricionista, as pessoas começam a seguir as dietas da moda ou das ‘blogueirinhas’. Ao notar que já emagreceram o que desejavam, voltam a comer normalmente, sem restrições e acabam engordando o dobro, o famoso efeito sanfona, em que o peso vai e vem. Porém sabemos que às vezes esse peso não vai embora.
  Então, aí ou muito antes desse processo, desenvolvem-se os problemas alimentares; os mais comuns, bulimia e anorexia. Estes enaltecem a magreza como forma única de alcançar a felicidade e bem-estar, sem ao menos se preocupar com a saúde, o que pode causar danos permanentes se não for tratado a tempo.
  Notamos que as pessoas estão buscando mudanças alimentares, focando apenas no resultado e não no caminho que estão dispostos a trilhar até lá. O método mais aconselhável é uma reeducação alimentar, sem muitas restrições para cuidar da saúde física, juntamente com a mental; o equilíbrio é o principal ponto nessa mudança e quem vai poder lhe ajudar no caminho correto é o nutricionista.

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