Sétima parte de sete:
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| Foto: Reprodução |
Por: Kauana Neitzel
De acordo com Jean Zuber, coordenador do Serviço de Assistência Especializada (Sae) e Centro de Testagem Aconselhamento (CTA) como em qualquer outra cidade do Brasil existe o preconceito atrelado, falar sobre sexo ou sobre sexualidade é um tabu. Em grandes centros, essa informação fica um pouco mais diluída, ou seja, a pessoa que é portadora do HIV vai constar em um ambiente mais distante da sua casa.
Quando você vai trazendo para territórios pequenos, ou cidades
menores como é o caso de Ponta Grossa, onde as pessoas se conhecem, existe o
medo de quem tem o diagnóstico positivo para o HIV, justamente pelo estigma.
Quando a gente não fala sobre sexo acaba alimentando ainda mais o preconceito, essa educação em saúde precisa começar em casa, com os pais, antes dos adolescentes iniciarem a vida sexual.
Não podemos incumbir a escola de fazer todo esse papel, porque muitas vezes já
é tarde, visto que nós temos adolescentes de 15/16 anos já vivendo com HIV,
muitos com Aids. Ponta Grossa tem um cenário bem especial, por ser uma cidade
tradicional onde existe uma dificuldade de falar sobre temas aonde estão
inclusos o sexo e o HIV.
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O objetivo desta publicação é compartilhar em sete partes o texto que produzi para um trabalho da faculdade, analisando dados referente ao número de casos de HIV/Aids durante a pandemia no Brasil e trazendo para o contexto regional de Ponta Grossa.











