Quarta parte de sete:
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| Foto: Reprodução Portal Drauzio Varella |
Uma
vez que o paciente diagnosticado com HIV vai passar por alguns exames iniciais,
então é receitado para ele os antirretrovirais - são os medicamentos que fazem
o controle ou a supressão viral no indivíduo. Esse tratamento persiste por toda
a vida do paciente.
O objetivo é reduzir a multiplicação
de vírus no corpo para que fiquem em níveis indetectáveis nos exames. Sabemos
que pacientes que estão indetectáveis não transmitem o HIV, este é o objetivo
da Secretaria de Saúde de PG, reconhecer todas as pessoas que vivem com o HIV,
entrar com o uso do retroviral e fazer a supressão viral.
As pessoas que não têm o diagnóstico
ou aqueles pacientes que por ventura acabam tendo um desfecho menos favorável,
são mais suscetíveis a infecções oportunistas e ao óbito. Quem não utiliza o
retroviral apresenta níveis muito maiores de mortalidade comparado aqueles que
estão em tratamento.
Hoje o tratamento para o HIV/Aids já
inicia com o diagnóstico. Não se tem a necessidade de estar doente de Aids,
como era até 2013, para poder fazer o tratamento. Qualquer pessoa que tenha o
diagnóstico de infecção pelo HIV é garantido o direito de fazer o tratamento
pelo SUS.
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O objetivo desta publicação é compartilhar em sete partes o texto que produzi para um trabalho da faculdade, analisando dados referente ao número de casos de HIV/Aids durante a pandemia no Brasil e trazendo para o contexto regional de Ponta Grossa.


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