sábado, 3 de abril de 2021

4/7: Tratamento para infectados com HIV/Aids

 Quarta parte de sete:

Foto: Reprodução Portal Drauzio Varella

Por: Kauana Neitzel

Uma vez que o paciente diagnosticado com HIV vai passar por alguns exames iniciais, então é receitado para ele os antirretrovirais - são os medicamentos que fazem o controle ou a supressão viral no indivíduo. Esse tratamento persiste por toda a vida do paciente.

            O objetivo é reduzir a multiplicação de vírus no corpo para que fiquem em níveis indetectáveis nos exames. Sabemos que pacientes que estão indetectáveis não transmitem o HIV, este é o objetivo da Secretaria de Saúde de PG, reconhecer todas as pessoas que vivem com o HIV, entrar com o uso do retroviral e fazer a supressão viral.

            As pessoas que não têm o diagnóstico ou aqueles pacientes que por ventura acabam tendo um desfecho menos favorável, são mais suscetíveis a infecções oportunistas e ao óbito. Quem não utiliza o retroviral apresenta níveis muito maiores de mortalidade comparado aqueles que estão em tratamento.

            Hoje o tratamento para o HIV/Aids já inicia com o diagnóstico. Não se tem a necessidade de estar doente de Aids, como era até 2013, para poder fazer o tratamento. Qualquer pessoa que tenha o diagnóstico de infecção pelo HIV é garantido o direito de fazer o tratamento pelo SUS.

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O objetivo desta publicação é compartilhar em sete partes o texto que produzi para um trabalho da faculdade, analisando dados referente ao número de casos de HIV/Aids durante a pandemia no Brasil e trazendo para o contexto regional de Ponta Grossa.

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