Quinta parte de sete:
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| Imagem ilustrativa/Autoteste HIV-AIDS |
A orientação para fazer o teste é sempre que houver uma exposição de risco. Entende-se uma exposição de risco como qualquer relação sexual, seja oral, vaginal ou anal, sem uso de preservativo, independente se existe uma relação estável ou não.
O Centro de Testagem e Aconselhamento considera que relações
estáveis não são garantias para impedir infecção por HIV, assim como pessoas
que têm múltiplos parceiros estão propícias à infecção. Então, sempre que
houver exposição de risco ou uma dúvida em decorrência dessa, é indicado fazer
a testagem rápida.
O Sistema Único de Saúde (SUS) oferece testes para diagnóstico do HIV/Aids, e também para triagem da sífilis e das hepatites B e C. Existem, no Brasil, dois tipos de testes: os exames laboratoriais e os testes rápidos.
Os
testes rápidos são práticos e de fácil execução, podem ser realizados com a
coleta de uma gota de sangue ou com fluido oral, e fornecem o resultado em, no
máximo, 30 minutos. É muito importante que o diagnóstico seja feito em tempo
oportuno.
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O objetivo desta publicação é compartilhar em sete partes o texto que produzi para um trabalho da faculdade, analisando dados referente ao número de casos de HIV/Aids durante a pandemia no Brasil e trazendo para o contexto regional de Ponta Grossa.


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