domingo, 4 de abril de 2021

5/7: Quando fazer o teste de HIV/Aids

 Quinta parte de sete:

Imagem ilustrativa/Autoteste HIV-AIDS
Por: Kauana Neitzel

    A orientação para fazer o teste é sempre que houver uma exposição de risco. Entende-se uma exposição de risco como qualquer relação sexual, seja oral, vaginal ou anal, sem uso de preservativo, independente se existe uma relação estável ou não.

    O Centro de Testagem e Aconselhamento considera que relações estáveis não são garantias para impedir infecção por HIV, assim como pessoas que têm múltiplos parceiros estão propícias à infecção. Então, sempre que houver exposição de risco ou uma dúvida em decorrência dessa, é indicado fazer a testagem rápida. 

    O Sistema Único de Saúde (SUS) oferece testes para diagnóstico do HIV/Aids, e também para triagem da sífilis e das hepatites B e C. Existem, no Brasil, dois tipos de testes: os exames laboratoriais e os testes rápidos.

    Os testes rápidos são práticos e de fácil execução, podem ser realizados com a coleta de uma gota de sangue ou com fluido oral, e fornecem o resultado em, no máximo, 30 minutos. É muito importante que o diagnóstico seja feito em tempo oportuno. 

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O objetivo desta publicação é compartilhar em sete partes o texto que produzi para um trabalho da faculdade, analisando dados referente ao número de casos de HIV/Aids durante a pandemia no Brasil e trazendo para o contexto regional de Ponta Grossa.

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